07 outubro 2009

A visão de Kate Neskitt

Diferentemente dos outros críticos descritos nesse trabalho de Learning Las Vegas, Neskitt realça um ponto importante do livro onde os autores criticam os arquitetos modernistas por eles preferirem mudar o entorno a realçar o existente, o que poderiam ser tido como um pensamento pequeno por eles.
Sobre as análises e teorias desenvolvidas pelos autores a autora escreve: “[...] essas analogias e declarações escandalosas, que parecem não reconhecer diferenças qualitativas, fazem parte da estratégia retórica dos autores para forçar uma reconsideração dos aspectos da disciplina da arquitetura, que eles consideram marginalizada e menosprezada.” Continuando a suas críticas ao texto ela afirma que para os escritores do livro os edifícios e suas propriedades do espaço não possuem importância ao menos por fornecer a parede que pode ser usada como outdoor e, ainda em sua resenha ela chama a atitude de Venturi, Scott Brown e Izenour de indulgente e até aprovadora da “deprimente e antiecológica expansão dessas áreas comercias”, por não tomarem uma posição crítica e se tornarem “apologistas da proliferação do corredor comercial dos Estados Unidos”.
No mesmo trabalho Neskitt apresenta arquitetos desfavoráveis à teoria relacionada a Learning from Las Vegas como o grupo VSBA e Frampton e, um único exemplo de apoio mostrado por ela veio de Rem Koolhaas.

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