Diferentemente dos outros críticos descritos nesse trabalho de Learning Las Vegas, Neskitt realça um ponto importante do livro onde os autores criticam os arquitetos modernistas por eles preferirem mudar o entorno a realçar o existente, o que poderiam ser tido como um pensamento pequeno por eles.
Sobre as análises e teorias desenvolvidas pelos autores a autora escreve: “[...] essas analogias e declarações escandalosas, que parecem não reconhecer diferenças qualitativas, fazem parte da estratégia retórica dos autores para forçar uma reconsideração dos aspectos da disciplina da arquitetura, que eles consideram marginalizada e menosprezada.” Continuando a suas críticas ao texto ela afirma que para os escritores do livro os edifícios e suas propriedades do espaço não possuem importância ao menos por fornecer a parede que pode ser usada como outdoor e, ainda em sua resenha ela chama a atitude de Venturi, Scott Brown e Izenour de indulgente e até aprovadora da “deprimente e antiecológica expansão dessas áreas comercias”, por não tomarem uma posição crítica e se tornarem “apologistas da proliferação do corredor comercial dos Estados Unidos”.
No mesmo trabalho Neskitt apresenta arquitetos desfavoráveis à teoria relacionada a Learning from Las Vegas como o grupo VSBA e Frampton e, um único exemplo de apoio mostrado por ela veio de Rem Koolhaas.
Sobre as análises e teorias desenvolvidas pelos autores a autora escreve: “[...] essas analogias e declarações escandalosas, que parecem não reconhecer diferenças qualitativas, fazem parte da estratégia retórica dos autores para forçar uma reconsideração dos aspectos da disciplina da arquitetura, que eles consideram marginalizada e menosprezada.” Continuando a suas críticas ao texto ela afirma que para os escritores do livro os edifícios e suas propriedades do espaço não possuem importância ao menos por fornecer a parede que pode ser usada como outdoor e, ainda em sua resenha ela chama a atitude de Venturi, Scott Brown e Izenour de indulgente e até aprovadora da “deprimente e antiecológica expansão dessas áreas comercias”, por não tomarem uma posição crítica e se tornarem “apologistas da proliferação do corredor comercial dos Estados Unidos”.
No mesmo trabalho Neskitt apresenta arquitetos desfavoráveis à teoria relacionada a Learning from Las Vegas como o grupo VSBA e Frampton e, um único exemplo de apoio mostrado por ela veio de Rem Koolhaas.


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