Charles Jecks em um capítulo de seu livro El lenguage de La arquitectura posmoderna faz uma análise sobre os modos de comunicação arquitetônica e em uma dessas passagens analisa a teoria de Venturi.
Em suas análises Jecks discorda da visão de Venturi sobre o papel na arquitetura do que é, para ele, os signos icônicos (“pato”) e os signos simbólicos (galpão decorado). Enquanto Venturi tem certa preferência ao galpão decorado (o signo simbólico para Jecks) por acreditar que esse pertence mais ao tempo em que se estava vivendo chegando a desejar que a forma de expressão de edifícios como o “pato” e a Ópera de Sydney não prospere por acreditar que os modernistas já a utilizaram muito, Jecks discorda e afirma que Venturi “[...] Está recortando uma grande área da comunicação arquitetônica, a dos edifícios-pato [...] para conseguir que sua modalidade preferida, a dos galpões-decorados [...], destaque com maior potência.”
Em suas análises Jecks discorda da visão de Venturi sobre o papel na arquitetura do que é, para ele, os signos icônicos (“pato”) e os signos simbólicos (galpão decorado). Enquanto Venturi tem certa preferência ao galpão decorado (o signo simbólico para Jecks) por acreditar que esse pertence mais ao tempo em que se estava vivendo chegando a desejar que a forma de expressão de edifícios como o “pato” e a Ópera de Sydney não prospere por acreditar que os modernistas já a utilizaram muito, Jecks discorda e afirma que Venturi “[...] Está recortando uma grande área da comunicação arquitetônica, a dos edifícios-pato [...] para conseguir que sua modalidade preferida, a dos galpões-decorados [...], destaque com maior potência.”


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