
Na Main Street a arquitetura não é o principal foco e sim o comércio. Em uma releitura do comércio vernacular onde a propaganda (verbal ou até mesmo pelo próprio objeto) é literalmente a alma do negócio, a rota 66 apresenta a imagem como criadora de espaços e propagandas.
Venturi, Izenour e Scott Brown aparecem tentando interpretar essa ordem que ocorre na Main Street, suas analogias com o passado e seus significados, assim como o papel do simbolismo. Nesse ponto surge o galpão decorado, tipologia arquitetônica da Rota 66, e seu contraponto, o “pato”.
Venturi, Izenour e Scott Brown aparecem tentando interpretar essa ordem que ocorre na Main Street, suas analogias com o passado e seus significados, assim como o papel do simbolismo. Nesse ponto surge o galpão decorado, tipologia arquitetônica da Rota 66, e seu contraponto, o “pato”.


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