
Venturi, Izenour e Scott Brown afirmam que os arquitetos modernos ortodoxos evitaram o simbolismo como forma de expressão, para eles o “[...] significado deveria ser comunicado pelas características fisionômicas inerentes à forma”. Eles ainda acreditam numa forma arquitetônica livre do passado, determinada exclusivamente pelo programa e pela estrutura.
A primeira geração de arquitetos modernistas desdenhava de qualquer historicismo que diminuísse o caráter revolucionário de sua arquitetura enquanto a segunda geração reconhecia somente os eixos constituintes da história. Para os autores os arquitetos modernos substituíram um conjunto de símbolos (ecletismo histórico-romântico) por outro (processo industrial – cubismo), mas sem a consciência disso.


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